DNA é usado como prova em julgamento de ex-policial

Tendo como base um exame de DNA, começou nesta segunda-feira o julgamento do ex-policial civil José Pedro da Silva, acusado de matar e ocultar o cadáver da estudante Michelle de Oliveira Barbosa, em 1998, quando ela tinha 16 anos. Partículas de sangue retiradas do porta-malas do carro de Silva foram identificadas como sendo de Michelle.O réu nega o crime, mas a acusação sustenta que o conjunto de indícios contra o ex-policial é ainda mais forte do que o teste de DNA.Segundo testemunhas, Michelle e Silva mantinham um romance - ignorado pelos pais da vítima - e ela estaria grávida. A estudante foi vista pela última vez no dia 10 de julho de 1998. O corpo nunca foi achado. Um segurança da companhia telefônica de Brasília a viu entrar num carro dirigido por um homem cuja descrição bate com a de Silva. O ex-policial era não só amigo dos pais de Michelle, como cunhado de uma tia da menina. A expectativa é que o veredicto seja dado na madrugada desta terça-feira.

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