Doadores, nos EUA, têm que constar em lista

Nas campanhas eleitorais nos Estados Unidos, os comitês financeiros, normalmente, são administrados por uma empresa terceirizada. Nos casos de doação via internet exige-se que seja preenchido um formulário online em que o doador especifica seu nome, o nome como aparece no cartão de crédito, data de validade, endereço, numero do cartão, ocupação e nome do empregador, e valor da doação.

Patrícia Campos Mello, O Estado de S.Paulo

18 de julho de 2010 | 00h00

Tais exigências se aplicam para doações acima de US$ 200 somados em um ano. Para valores menores não são exigidas informações sobre o nome do empregador nem ocupação.

O nome do doador é verificado na lista nacional de eleitores de forma a garantir que um indivíduo não doe mais de US$ 2.300, o limite anual. Não podem doar estrangeiros que não têm status de residente permanente nos EUA, indivíduos que são empregados por empresas que fornecem para o governo (como empreiteiras, por exemplo), sindicatos e bancos.

O comitê de campanha registra e cria uma conta com cada uma das administradoras de cartão de crédito e são obrigados a manter os dados sobre os doadores durante três anos após a data da doação.

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