Drama de Campinas lembra outros casos de cárcere

O drama da família da atendente Mara Sílvia de Souza, 29 anos, feita refém com seus dois filhos, Thiago e Vitor, 7 e 9 anos, dentro de uma casa no Jardim Novo Campos Elíseos, periferia de Campinas, completou 30 horas, às 18h30 desta quarta-feira, 25. O impasse lembra outros dois casos de cárcere privado muito recentes. Um deles aconteceu na Cidade Tiradentes, uma das regiões mais pobres de São Paulo. Após mais de trinta horas de negociação, terminou em tragédia o caso do marceneiro que fez a amante e a mulher reféns, em seu depósito de madeiras. No dia 28 de outubro de 2006, Gilberto Gomes de Lima, de 42 anos, matou a amante, Andréia Pereira dos Santos, de 30 anos, e depois suicidou-se com um tiro no ouvido. A mulher dele, Gilvanete da Silva Lima, de 37 anos, foi poupada. Outro caso é o do camelô André Ribeiro, que manteve, no dia 10 de novembro de 2006, mais de 30 pessoas reféns no interior do ônibus 499 (Cabuçu-Central do Brasil) na Rodovia Presidente Dutra, na região de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Neste caso, ninguém foi morto, porque a polícia conseguiu invadir o ônibus, prender o seqüestrador e libertar os reféns. A motivação também foi passional, Ribeiro estava inconformado com o fim de seu casamento e a ex-mulher estava entre os reféns.

Agencia Estado,

25 Abril 2007 | 20h10

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