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Duas pessoas morrem em queda de helicóptero no sul fluminense

Segundo a Anac, a aeronave estava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) vencido e com o Certificado de Aeronavegabilidade cancelado

Fábio Grellet e Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

15 de outubro de 2020 | 11h14

RIO - O helicóptero que caiu em Passa Três, distrito do município de Rio Claro, na região sul fluminense, na manhã desta quinta-feira, 15, causando a morte das duas pessoas que estavam na aeronave, não tinha autorização para voar, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Conforme a Anac, o helicóptero – um Robinson R44 fabricado em 2005, de propriedade de Kaio Genario Ferreira de Melo – estava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) vencido desde 29 de agosto de 2018 e com o Certificado de Aeronavegabilidade cancelado.

A Anac informou que vai apurar administrativamente o caso “para saber se houve descumprimento das normas de aviação civil” e, “se ficarem comprovadas irregularidades, o operador/proprietário ou representante legal poderá ser penalizado administrativamente”.

Segundo a Polícia Civil, os mortos foram identificados como Gelson Moraes da Silva, de 34 anos, e Lopez Ercílio Daniel, de 38. Os corpos foram levados ao Instituto Médico-Legal de Volta Redonda. Até o final da tarde desta quinta-feira, não havia sido divulgado de onde o helicóptero partiu nem para onde iria.

Até a publicação desta reportagem, o Estadão não havia conseguido localizar o dono da aeronave ou algum representante dele.

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