E se fosse cliente?

Em meados do mês de maio, recebi uma ligação da Telefônica me oferecendo para alterar a velocidade do meu Speedy de 2 para 4 megas, para alterar a forma de tarifação do telefone fixo e para instalar televisão a cabo por um valor mensal definido em R$ 160. Dois dias depois, instalaram um equipamento da TVA. Em junho, recebi uma fatura da TVA cobrando somente o seu serviço no valor de R$ 125,95. Como não fiz nenhum contrato com eles e ninguém me informou que haveria cobrança direta da TVA, pedi o cancelamento do serviço, já que, com a cobrança antecipada e com faturas distintas, não há a possibilidade de controlaros valores pagos, em comparação com os valores acordados no ato da ligação feita pela Telefônica. Consegui desfazer o negócio com a Telefônica, mas informaram que teria de cancelar a TV a cabo diretamente com a TVA, embora eu não me considere cliente deles. Primeiro as ligações "caiam" misteriosamente, depois as atendentes tentavam me convencer que, como a TVA e a Telefônica são parceiras, o acordo com a Telefônica subentende um acordo com a TVA! Só agendaram a retirada dos equipamentos para 1.º de julho e terei de pagar a fatura desse mês, pois, "depois de fechada não pode ser cancelada e que o sinal estaria disponível até 1.º de julho", embora a fatura cubra o período até o dia 7. Além de a TVA alegar que houve quebra de contrato e cobrar uma multa por rescisão!EDILSON EXALTAÇÃO DOS SANTOSSão PauloAdhelaine Marques, do Relacionamento com o Assinante TVA, informa que o contrato com a TVA foi rescindido e não restam débitos em sua assinatura.Baratas no ônibusPego a linha Metrô Saúde, da Viação Imigrantes, para ir ao trabalho. Dia 31 de março, vi várias baratas de todos os tamanhos. Apesar do ônibus vazio, fui boa parte da viagem em pé, pois tenho pavor desses bichos. Reclamei pelo site da empresa no dia 1.º de abril, mas não obtive retorno. (A carta da leitora foi recebida pela coluna em 16 de abril e enviada, de imediato, à EMTU/SP que enviou uma resposta sobre o assunto em 18 de junho.) ADRIANA C. DE OLIVEIRASão PauloA Assessoria de Imprensa da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU/SP) informa que o problema relatado pela leitora sra. Adriana já havia sido identificado em inspeções anteriores e a empresa responsável pela linha também fora orientada a proceder com a devida dedetização dos veículos. A EMTU/SP esclarece que, em novas vistorias, foi verificado que o problema havia sido solucionado pela Viação Imigrantes. Acrescenta que é obrigação das operadoras dedetizar todos os veículos a cada três meses. A EMTU/SP diz que manterá as vistorias para coibir qualquer irregularidade.A leitora comenta: Não vi mais baratas nos ônibus. Mas, em abril, quando fiz a queixa estava fazendo muito calor. De lá para cá, esfriou muito. O fato de não tê-las visto mais pode ter sido por causa da temperatura ou porque eles realmente dedetizaram. Só no verão saberei responder.Deficiências no MetrôAo tomar o metrô na Estação Consolação para ir até o Masp descobri que não há sanitários públicos nesse meio de transporte. Para usar o sanitário, eu teria de ir à Estação Paraíso, sair do Metrô, usar o banheiro externo, pagar novamente a passagem e voltar. Também não há escadas rolantes para cadeirantes descerem para as estações nesse percurso.STANKO SVARCICSão PauloO Metrô esclarece que os sanitários públicos foram projetados e construídos apenas em estações de grande movimento ou com terminais de ônibus, com o objetivo de servirem às necessidades dos passageiros que se transferem do sistema de ônibus para o do Metrô e que, por essa razão, estão sujeitos a maiores percursos ou a eventuais esperas. A instalação de banheiros em áreas de acesso livre ao público nas demais estações não é viável, já que as instalações não foram projetadas com espaço físico suficiente. Em casos de emergência, o uso de sanitários existentes no interior das estações está liberado para gestantes, idosos e crianças, mediante autorização do supervisor da estação. Com referência à acessibilidade no sistema, o Metrô informa que está investindo cerca de R$ 90 milhões para fazer melhorias nas estações, especialmente na Linha 1-Azul, a mais antiga da rede metroviária. O Metrô prevê, até 2010, elevadores e plataformas elevatórias em todas as estações, acessos sinalizados e livres de barreiras, calçadas rebaixadas nas faixas de travessia no entorno das estações e nos terminais urbanos e sanitários públicos.As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

, O Estadao de S.Paulo

26 de junho de 2009 | 00h00

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.