Educação e enchentes são o desafio de Cabral

RIO

Luciana Nunes Leal, O Estado de S.Paulo

10 Abril 2011 | 00h00

O péssimo desempenho dos alunos da rede estadual e a tragédia das enchentes são os principais tormentos do segundo mandato de Sérgio Cabral (PMDB) no Rio. Na Secretaria de Educação, Cabral trocou uma especialista em tecnologia por um economista e, na defesa civil, encarregou o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, de coordenar as ações para melhorar o sistema de prevenção de catástrofes.

O sinal vermelho nas escolas acendeu em 2010, quando o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) mostrou o Rio em penúltimo lugar no ensino médio. Depois de distribuir laptops aos professores e instalar ar condicionado nas salas, Cabral escolheu o economista Wilson Risolia para cuidar da pasta da Educação e traçou uma meta ousada: chegar entre os cinco primeiros na lista do Ideb até 2014.

É um desafio e tanto. Quase um quarto (23%) das 1.457 escolas estão em estado ruim ou péssimo. Um plano emergencial vai aplicar neste ano R$ 260 milhões em reformas.

Na defesa civil, as centenas de mortes em tragédias como a da região serrana explicitaram a falta de mapeamento das áreas de risco do Estado. "Estamos fazendo o levantamento em oito municípios e faremos em mais 24", diz o vice-governador.

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