'Ela abriu a empresa para o filho tocar, mas não foi para frente'

ENTREVISTA

Rosa Costa / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

14 de setembro de 2010 | 00h00

Geralda Claudino de Oliveira, amiga da ministra Erenice Guerra

Amiga da ministra, Geralda Claudino de Oliveira afirma que Erenice Guerra é uma das donas da Conservadora Asa Imperial, empresa da qual deveria ser sua sócia. A sociedade não se concretizou porque ambas enfrentavam processo de final de casamento e resolveram recorrer a "laranjas" para registrar a empresa.

Como funciona a empresa?

A empresa está inativa. Eu sou responsável por ela, ela nunca teve movimento.

A senhora conhece a ministra?

Conheço há muitos anos.

Por que sua irmã e Israel aparecem como donos?

É porque na época a Erenice era casada, aí não pode abrir (a empresa) porque ela estava em processo de separação.

A empresa era da Erenice?

Era do Israel. Ela queria que o Israel tocasse a empresa comigo, ela abriu tudo em nome de Israel para ele tocar a vida dele.

Você acabou de dizer que ela não abriu em seu nome porque estava se separando.

Na verdade, ela abriu essa empresa para o filho tocar com ela. Mas essa empresa não foi para frente.

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