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Ellen Gracie critica instituições que não protegeram L. no Pará

Presidente do STF afirma que Judiciário do Estado terá banco de dados online para evitar novos abusos

Agência Estado,

08 de dezembro de 2007 | 13h35

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, criticou neste sábado, 8, as instituições que não conseguiram proteger a menor L., de 15 anos, que ficou presa em uma cela com 20 homens durante 26 dias em Abaetetuba, no interior do Pará. "Neste caso várias instituições não funcionaram. É realmente um caso teratológico. Um caso extremo, que esperamos nunca mais venha a se repetir", afirmou a ministra na abertura da solenidade do Dia da Justiça, em Brasília. Juíza admite saber da prisão de L. em Abaetetuba  Segundo ela, o Judiciário do Pará implantará um banco de dados sobre a população carcerária no Estado, para que os juízes possam ter informações online sobre a situação dos presos. "Isso poderá evitar outras fatos semelhantes no futuro", afirmou a ministra. Ellen Gracie disse ainda que Corregedoria da Justiça está apurando os fatos, e que foi determinada a abertura de processo administrativo para apurar responsabilidades.

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