Em 2º júri, pena de jovem que matou a avó é reduzida

Em um segundo julgamento, o estudante de Direito Gustavo Napolitano, de 27 anos, foi condenado ontem a 29 anos e 4 meses por ter matado a avó e a empregada a facadas, em novembro de 2002. A condenação se deu após um acordo entre o promotor e a defesa. A acusação retirou três qualificadoras, reduzindo a pena. Em troca, os advogados de Napolitano abriram mão de pedir absolvição do réu com base num laudo de inimputabilidade (o acusado não teria consciência de que cometeu o crime). O jovem admitiu em interrogatório que estava drogado na hora do crime.Em 2006, o estudante foi condenado a 34 anos e 8 meses por duplo homicídio, mas a defesa aproveitou a possibilidade do recurso automático por um novo júri (medida que caiu este ano, com as mudanças aprovadas pelo Congresso Nacional). A juíza Giovana Furtado de Oliveira Tellini Camargo, do 1º Tribunal do Júri presidiu o julgamento. Participaram da sessão o promotor do caso, Hidejalma Muccio e os advogados de defesa Douglas Carvalho e Marcio de Oliveira.

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