Em Alagoas, governador admite crise na segurança

O governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), candidato à reeleição, admitiu ontem em entrevista a uma rede de rádios que a segurança pública vive uma crise. Para Vilela, os números da violência em Alagoas "são alarmantes". Em 2009, foram mais de 2 mil homicídios registrados no Estado. A cada final de semana, o número de assassinatos varia de 10 a 15.

Ricardo Rodrigues MACEIÓ, O Estado de S.Paulo

17 de agosto de 2010 | 00h00

Vilela responsabilizou o governo anterior pelos dados negativos. "Quando eu assumi o governo em 2007, Alagoas já ocupava a primeira posição no ranking de mais homicídios por habitante. Essa é uma realidade difícil de ser revertida. Não estou nada satisfeito com o quadro da criminalidade e tenho feito de tudo para tentar revertê-lo."

Vilela é candidato da coligação composta por PSDB, DEM, PP, PSDB e PP. Ele foi eleito em 2006, numa disputa direta com o ex-deputado e usineiro João Lyra, que agora apoia a candidatura de Fernando Collor (PTB) ao governo.

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