Em coma induzido, estudante respira por aparelhos

A estudante de enfermagem Luciana Gonçalves, de 19 anos, baleada nesta segunda-feira no campus da Universidade Estácio de Sá, está em coma induzido por medicamentos. Segundo o Pró-Cardíaco, hospital onde a estudante está internada, seu quadro de saúde é ?crítico? e ela respira por aparelhos.A opção por uma cirurgia de retirada da bala, alojada na medula, dependerá de evolução e estabilização clínica nas próximas 48 horas. Os médicos informaram que placas metálicas podem ser colocadas na coluna para dar mais sustentação à jovem.O secretário estadual de Saúde, Gilson Cantarino, afirmou que o Estado vai arcar com as despesas do tratamento médico de Luciana.Ela não tem plano de saúde e foi transferida para o hospital particular Pró-Cardíaco, em Botafogo, zona sul, nesta segunda-feira. Perguntado se, com isso, o governo estava assumindo a culpa pela falta de segurança no Rio, Cantarino disse que, ?segundo a Constituição, a saúde é um dever do Estado?.Ele evitou responder, porém, se isso significa que o governo vai arcar com os custos médicos das vítimas da violência que não têm convênio médico. ?Por ora, estamos tratando deste caso.?

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