Fabio Motta/AE
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Em dois dias, operação na Vila Cruzeiro tem 4 mortos e 21 moradores feridos

Espaço aéreo está fechado entre os bairros do Caju (zona portuária) e Irajá (zona norte) por determinação da Agência Nacional de Aviação Civil

Pedro Dantas - O Estado de S. Paulo,

25 Novembro 2010 | 10h42

RIO - A Secretaria Estadual de Saúde informou na manhã desta quinta-feira, 25, que sete moradores da Vila Cruzeiro deram entrada no hospital estadual Getúlio Vargas na Penha, zona norte do Rio, durante a noite, feridos por tiros e estilhaços de granada.

 

Entre eles, está a menina Isabela Menezes de Teixeira, de 10 anos, atingida por estilhaços. O caso mais grave é o de Reginaldo Dias Peixoto, de 36 anos, que foi atingido com um tiro na cabeça e permanece no Centro Cirúrgico. Desde a manhã de ontem, 21 moradores da Vila Cruzeiro deram entrada no HGV feridas. Quatro morreram e três permanecem internadas.

 

A equipe do hospital foi reforçada pelo Corpo de Bombeiros, e o hospital da Marinha também está de prontidão para receber os possíveis feridos no confronto entre policiais e traficantes no Complexo da Penha, zona norte do Rio.

 

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O espaço aéreo está fechado entre os bairros do Caju (zona portuária) e Irajá (zona norte) por determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Pela manhã, policiais informaram que apesar de o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) ter pernoitado na favela, um grupo grande de traficantes permanece na Vila Cruzeiro, onde fizeram uma barricada com dois caminhões de lixo no interior da favela.

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