Em meio ao caos, ladrões agem

A chuva e o trânsito carregado já haviam atrapalhado a tarde da psicóloga Adriana Burani, de 30 anos, que às 14h30 deixou o hospital em que trabalha, em Diadema, para atender em sua clínica particular, em Moema. Em meio à chuva de granizo, levou 1h30 para chegar à alça de acesso da Imigrantes à Avenida dos Bandeirantes, trajeto de 15 minutos.

BRUNO PAES MANSO, O Estadao de S.Paulo

09 de setembro de 2009 | 00h00

Parada no congestionamento, sozinha, viu três jovens descerem o barranco ao lado da avenida com armas em punho. Ordenaram que ela abaixasse o vidro e levaram carteira e celular. Motoristas ofereceram apoio, mas, dez minutos depois, os assaltantes voltaram. Com o alarde, porém, foram embora sem roubar mais ninguém. Adriana pediu celular emprestado para ligar para chamar a polícia, mas o telefone estava sempre ocupado. A notificação foi feita por outro motorista.

Durante a tarde de ontem, a PM não recebeu notificações sobre outros assaltos no trânsito. Mesmo assim, todo o efetivo de 800 motos da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) foi às ruas ajudar no patrulhamento.

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