Em nota, escritório da ONU lamenta morte de João Hélio

O Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) divulgou nota nesta quinta-feira, 15, em que manifesta pesar pela morte do menino João Hélio Fernandes Vieites, no Rio, mas destaca que o simples aumento de penas não resolverá os problemas da violência. Segundo o UNODC, tais problemas também são ligados a questões sociais. João Hélio Fernandes, de 6 anos, foi morto após ser arrastado preso ao cinto de segurança por sete quilômetros por assaltantes que roubaram o carro de sua mãe, há uma semana, na zona norte do Rio. No texto, o UNODC se solidariza com a dor da família. "Na tragédia de João Hélio, chama a atenção a indiferença em relação à vida e a deturpação e falta de valores; e são preocupantes as conseqüências sociais do medo", disse Giovanni Quaglia, representante regional do UNODC para o Brasil e Cone Sul, na nota. O texto lembra que a Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda que os países busquem prevenir o crime dando condições para que eles tenha uma vida significativa em comunidade.

Agencia Estado,

15 Fevereiro 2007 | 13h03

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