Em Sepetiba, casa de atirador de Realengo tinha objetos quebrados

Imóvel está em má condição de conservação - tem vidraças quebradas e pichações na fachada

Sabrina Valle, O Estado de S. Paulo

07 Abril 2011 | 18h50

RIO - Antes de sair de casa para atacar os alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, Wellington de Oliveira quebrou objetos e deixou uma carta, que foi encontrada e divulgada pela polícia. Ele morava numa casa de alvenaria, de dois andares, na Rua José Fernandes, em Sepetiba, Rio de Janeiro. O imóvel está em má condição de conservação - tem vidraças quebradas e pichações na fachada.

 

Na tarde desta quinta-feira, 7, centenas de crianças de três escolas próximas à casa do atirador se reuniram em frente ao imóvel e acompanham o trabalho de policiais militares e civis que fazem vistoria em busca de informações sobre o rapaz.

 

O lote 18, onde Wellington morava nos últimos meses, fica praticamente em frente a uma escola municipal e a um CIEP. Uma terceira escola fica a uma quadra de distância.

 

Segundo vizinhos, Wellington era um rapaz quieto e reservado, mas apresentava comportamento normal. "Ele chegava todo dia, comprava pão na padaria, ovos no aviário, e ia para casa. Só vivia dentro de casa", disse a estudante Clara Isabelli, de 16 anos, moradora do local.

 

A estudante Luciene de Oliveira, de 17 anos, também vizinha, se disse espantada com a notícia. "Ele tinha um comportamento normal. Foi uma surpresa para a gente. Ele não perturbava ninguém". A casa em que Wellington estava morando foi lacrada por policiais e fica ao lado de dois pequenos terrenos abandonados.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.