Empresa e Anac dizem que jato estava em ordem

A Superintendência de Segurança Operacional da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou ontem que o Learjet 35 acidentado em São Paulo, pertencente à empresa Reali Táxi Aéreo, estava com a manutenção e os demais certificados de aeronavegabilidade em dia. Anteriormente sua página eletrônica na internet, que deve manter o registro de condições de todas as aeronaves civis, não registrava a fiscalização, que foi feita no dia 24. Segundo a Anac, o site passa por uma reestruturação. Em nota, a empresa Reali garantiu que a aeronave seguia para o Rio "dentro de padrões normais de operação". "Todos os procedimentos relativos ao apoio aos envolvidos estão sendo tomados", afirmou a companhia de táxi aéreo. "No momento, a empresa preocupa-se em fornecer apoio aos familiares e, assim que novas informações surgirem, estaremos à disposição de todos. A assistência às famílias está sendo realizada por profissionais experientes, preparados para fornecer apoio humanitário a todos os envolvidos, direta ou indiretamente, na ocorrência."Braço da Global Táxi Aéreo, a Reali tem sede num hangar do Aeroporto de Congonhas, zona sul, e foi uma das primeiras no País a obter autorização da Anac e do Conselho Regional de Medicina para realizar transporte aeromédico. O Estado apurou que o Learjet integrava a frota destinada à remoção de doentes.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.