Empresária garante que vai provar sua inocência

"Declaro que sou inocente e tenho como provar isso na segunda instância?, disse a advogada Maria Cecília Palermo ao Estado. Seu advogado, Itagiba Francez, contesta a condenação nos artigos referentes aos crime de tráfico e tráfico internacional. ?O que pode ter havido, no máximo, é associação para o crime?, diz, referindo-se a um outro artigo que pesou na fixação da pena.Francez afirma que a PF não flagrou a advogada com a droga. Segundo ele, o 0,5 grama achado no apartamento da Alameda Itu não configura tráfico e foi assumido por Ogbonnaya Okorie.Em relação ao crime de tráfico internacional, afirma que ele não se configurou, porque a viagem não ocorreu. ?Minha cliente deu apenas azar.? A advogada disse que vive ?um momento muito difícil? e tem confiança na reforma da sentença. Depois do flagrante, ela esteve presa no Presídio Feminino do Tatuapé. Está no 89º Distrito desde 8 de maio.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.