Empresário acusado de matar esposa e cunhada é condenado

Pena chega a 58 anos; motivo do crime foi a divisão de bens do casal, estimado na época em R$ 20 milhões

Solange Spigliatti, do estadao.com.br,

25 de fevereiro de 2010 | 08h41

O empresário João Marcelo Augustini, de 52 anos, acusado de matar a ex-mulher e a irmã dela em dezembro de 2005, foi condenado nesta terça-feira, 23, em Piracicaba, no interior de São Paulo, a 58 anos e seis meses de reclusão, segundo o Tribunal de Justiça.

 

Edilene Borghese Augustini, de 45 anos, foi morta com quatro tiros e sua irmã Delci Ana Borghese Igreja, de 47, com dois. Filha de Delci, Tatiana Borghese Igreja, de 23 anos, foi ferida com dois disparos, ficou 15 dias na UTI e sobreviveu. Ela foi uma das testemunhas do crime. Antes de morrer, Delci telefonou para um parente para dizer que tinha sido atingida e mencionou o nome do usineiro.

 

O motivo do crime foi a divisão de bens do casal. Augustini é dono de uma usina de álcool e de uma fábrica de equipamentos para o setor. O patrimônio dele na época era estimado em R$ 20 milhões.

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