Empresas de outdoor ainda apostam em recursos

Antes mesmo da aprovação da Lei Cidade Limpa na Câmara, o Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior (Sepex) de São Paulo já se mobilizava contra a proposta. Ganhou liminares, mas depois perdeu no mérito de ações julgadas em primeira instância. ''''A própria Justiça de São Paulo deu vitória para ambos os lados, demonstrando que ela não se entendeu a respeito da constitucionalidade da lei. Agora nossa esperança é o julgamento dos recursos nos tribunais de Brasília'''', disse Luiz Roberto Ferreira Valente Filho, diretor do Sepex. Valente afirma que precisou demitir 90 dos 180 funcionários da sua empresa depois que a lei entrou em vigor. ''''Perdemos o principal mercado anunciante do Brasil. Existia publicidade irregular em excesso na cidade, mas proibir tudo deixou São Paulo nua, sem vida, e deu destaque para a sujeira.'''' As 55 associadas do Sepex alegaram nas ações que o veto total de outdoors e painéis é desnecessário. Para eles, bastaria à Prefeitura fiscalizar anúncios irregulares, cerca de 80% das cerca de 13 mil peças existentes, para organizar a paisagem urbana.

O Estadao de S.Paulo

27 Setembro 2007 | 00h00

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