Encontro tem baixa repercussão no Twitter

Se na disputa pela Presidência o Twitter já se tornou canal direto de comunicação dos candidatos com os eleitores, em São Paulo o diálogo ainda engatinha.

José Orenstein, O Estado de S.Paulo

13 de agosto de 2010 | 00h00

Enquanto Serra, Dilma e Marina contabilizam centenas de milhares de seguidores no microblog e agitaram a internet com mensagens antes do primeiro debate na TV semana passada, Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT) conversam com no máximo dezenas de milhares de pessoas na web - e pouco repercutiram o debate na rede.

Alckmin tinha apenas 24.104 seguidores no Twitter minutos antes do encontro de ontem na Bandeirantes e manteve a discrição que tem marcado sua campanha: não fez um comentário sequer sobre o debate. Já Mercadante tinha 41.135 seguidores, mas tampouco fez alarde: postou apenas uma mensagem mencionando diretamente o encontro na TV.

Russomanno (PP), Skaf (PSB), Feldmann (PV) e Bufalo (PSOL), azarões na disputa eleitoral, movimentaram o Twitter. Mas sua audiência era baixa: seus seguidores, somados, não passavam dos 8.000 .

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