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Entenda a execução de condenados na Indonésia

A exemplo do que aconteceu em janeiro, devem ser usados dois locais diferentes, previamente preparados em Jacarta

O Estado de S. Paulo

28 de abril de 2015 | 03h00

1. Como é o processo?

A exemplo do que aconteceu em janeiro, devem ter sido usados dois locais diferentes, previamente preparados em Jacarta. Nesta segunda, até os caixões já haviam sido preparados para receber os condenados. 

2. Haverá gravação ou imagens?

Conforme a Constituição do país, o ato é privado - ou seja, nem público nem imprensa terão acesso ao local. Serão separados dez pelotões do grupo paramilitar denominado Brimob - cada equipe ficará responsável por uma execução. 

3. Quem executa?

Cada equipe tem 12 atiradores e apenas três terão munição completa e verdadeira. Dessa forma, nenhum dos atiradores se sente totalmente “responsável” pela morte do prisioneiro. Caso o condenado sobreviva ao fuzilamento, será dado um tiro de misericórdia na cabeça. 

4. O condenado vê tudo o que acontece?

Como ocorre em outros 73 países que adotam a prática - conforme compilações de direitos humanos feitas por organizações internacionais no início desta década -, o condenado poderá usar uma venda ou capuz e ficar de pé ou sentado.

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