CLAYTON DE SOUZA/ESTADAO
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Entrevistas de vistos para os EUA devem voltar ao normal na 2ª

Informação foi dada pelo Conselheiro para Assuntos Consulares da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Tom Lloyd

O Estado de S. Paulo

23 de junho de 2015 | 19h50

BRASÍLIA - O Conselheiro para Assuntos Consulares da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Tom Lloyd, disse em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 23, que as entrevistas para concessão de vistos devem voltar a ser realizadas na próxima segunda-feira.

“Temos boas notícias para todos. Aos poucos, a situação de vistos no mundo e no Brasil está se normalizando. Nessa semana, estaremos concentrados em processar os pedidos de visto que já temos aqui dentro. O sistema não está 100% funcionando, mas está cada vez melhor”, disse.

Ele disse que a partir desta quarta-feira, 24, serão agendadas entrevistas para a próxima semana. “Nós vamos abrir já a partir de amanhã (quarta-feira) agendamentos para segunda-feira. A partir de amanhã a pessoa pode entrar no nosso sistema em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Brasília (e agendar), desde que haja disponibilidade para isso.”

A embaixada informou ainda que há entre 16 mil e 20 mil pedidos de vistos que aguardam avaliação. Não informou, porém, quantos não foram enviados ao sistema desde que ele começou a dar problemas no dia 9 de junho. “É muito difícil ter estimativa concreta. Como vamos saber quantas pessoas deixaram de pedir visto?”. 

Também foi informado que os órgãos consulares de Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo farão contato com as pessoas que tiveram entrevistas canceladas. Se isso não for feito até a próxima segunda-feira, a Embaixada pede que as pessoas entrem em contato.

Lloyd disse que o sistema ainda não está 100% funcionando, mas a expectativa é de melhora. “Cada vez mais está funcionando, então esperamos que a partir de segunda possamos atender normalmente”. Ele disse que o problema ocorreu na central nos Estados Unidos.

“Infelizmente não tenho informações (do motivo). Não sou técnico de informática. Só sei que foi um problema em Washington no nosso sistema central”. Também reiterou que as pessoas só comprem passagens com o visto em mãos. “O que enfatizamos é que a pessoa nunca compre a passagem sem ter o visto em mãos”.

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