Erenice deixa conselho da Eletrobrás

Depois de deixar a Casa Civil na semana passada sob a suspeita de nepotismo e favorecimento a um suposto esquema de tráfico de influência, a ex-ministra Erenice Guerra se desligou do Conselho de Administração da Eletrobrás. Ela também deve perder sua cadeira no Conselho de Administração do BNDES. Ontem, a substituição era dada como certa nos bastidores do banco.

Alexandre Rodrigues e Wellington Bahnemann, O Estado de S.Paulo

22 de setembro de 2010 | 00h00

Erenice, que fazia parte do conselho fiscal do banco desde abril de 2008, foi transferida para uma posição mais importante, no Conselho de Administração, em maio deste ano, após substituir a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, na Casa Civil. Ela chegou a participar da última reunião trimestral do conselho do BNDES, em agosto, mas a informação que circula no banco é de que ela não participará da próxima.

Responsável pela indicação, o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, deverá indicar o substituto quando retornar de viagem aos EUA. Erenice ganha R$ 5,1 mil para participar de uma reunião a cada três meses.

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