Erenice esteve no centro de outros casos

Figura presente no governo Lula desde 2002, a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, despontou no noticiário em 2008, acusada de montar dossiê sobre gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para municiar a base aliada na CPI dos Cartões Corporativos.

, O Estado de S.Paulo

12 de setembro de 2010 | 00h00

Ano passado, Erenice apareceu como pivô do polêmico encontro entre a ex-secretária da Receita, Lina Vieira, e a então ministra, Dilma Rousseff. O objetivo seria o de pedir que fosse acelerada a fiscalização nas empresas de Fernando Sarney, filho de José Sarney (PMDB-AP).

Em 2008, a ex-diretora Denise Abreu, da Agência Nacional de Aviação Civil, disse que havia sido pressionada por Dilma e Erenice a tomar decisões favoráveis à venda da VarigLog e da Varig ao fundo americano Matlin Patterson e a três sócios brasileiros. Como a lei proíbe estrangeiros de ter mais de 20% do capital de empresas aéreas, "a ministra não queria que eu exigisse os documentos", contou Denise.

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