Erenice, sem foro, deve ser ouvida pela PF

Sem foro especial, por ter renunciado ao cargo, a ex-ministra -chefe da Casa Civil Erenice Guerra já tem seu nome na lista das pessoas a serem investigadas pela Polícia Federal, no inquérito sobre tráfico de influência e advocacia administrativa na pasta. No entanto, ela só será chamada a depor se houver convicção fundada sobre seu envolvimento nas irregularidades - ou se a polícia precisar de informações suas sobre na investigação.

Vannildo Mendes, O Estado de S.Paulo

17 de setembro de 2010 | 00h00

O ponto de partida do inquérito, aberto ontem, é ouvir o repórter Diego Escostegui, da revista Veja, que apurou a denúncia publicada no fim de semana, sobre o envolvimento de Israel Guerra num lobby em favor de uma empresa aérea de carga. A PF vai requisitar a íntegra da entrevista que ele fez com o empresário Fábio Baracat. Israel será o alvo central da investigação, mas parentes e amigos da ex-ministra constam da lista. Entre eles, o empresário José Roberto Campos, marido de Erenice, e o outro filho, Saulo.

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