Erros, acertos e destaques do Rio

De casamento a presidente no camarote, a festa teve de tudo

Silvio Barsetti e Márcia Vieira, O Estadao de S.Paulo

25 Fevereiro 2009 | 00h00

Foram mais de 15 horas em dois dias de desfile no Sambódromo do Rio. Veja os destaques: A VOZ DO POVO A única escola aclamada com gritos de "é campeã" foi o Salgueiro. Com um desfile vibrante, a escola é mesmo uma das favoritas ao título. O resultado sai hoje, a partir das 15h45. A ÁGUIA AMARELOU Símbolo da Portela, a águia não veio desta vez com pelo menos uma das cores da escola - azul ou branco. Vestiu-se de dourado e a opção não agradou. LANÇAMENTO DE CAMISINHA A modalidade não é olímpica, mas já revelou um atleta promissor. Na madrugada de segunda, o presidente Lula jogou preservativos para o público. FÉ NA VIDA Neguinho da Beija-Flor quis se casar na Sapucaí para celebrar a vitória parcial na luta que trava contra um câncer. E teve forças de sobra para cantar o samba. SEM ROUPA NA AVENIDA A crise mundial afetou a Mangueira. Com carros inacabados, nem mesmo conseguiu aprontar a fantasia de seu carnavalesco, Roberto Szaniecki. FICOU NA PISTA O abre-alas da Porto da Pedra teve problemas logo no início do desfile. Vai perder pontos. PAI-CORUJA O rei Roberto Carlos foi prestigiar o filho Dudu, que saiu na bateria da Beija-Flor. ENTROU ÁGUA O Império Serrano desfilou com alegorias simples demais e algumas, de tão pobres, passaram por problemas. Como o carro do polvo, feito com 15 mil garrafas pet: dois tentáculos pararam de se movimentar logo no início. TROPA DE CHOQUE A Secretaria Estadual de Segurança apura denúncia de que os seguranças da Liga das Escolas de Samba são da Polícia Militar. O "bico" desses PMs pegou mal. Afinal, na diretoria da Liga estão contraventores do jogo do bicho. RECORDE A Beija-Flor entrou na avenida com o maior abre-alas da sua história, acoplado em três carros. Um deles trazia uma escultura de 6 metros. QUE PARADA É ESSA? O público ovacionou a bateria do Império Serrano, principalmente quando da "paradinha" ensaiada pelo mestre da bateria da escola, o Átila. ESQUECERAM DE MIM Joãosinho Trinta, símbolo do carnaval carioca, passou pelo Sambódromo, mas parece que não foi reconhecido pelo público. OS TRAPALHÕES A equipe da Mocidade Independente de Padre Miguel atropelou o carnavalesco Claudio Cavalcanti, o Cebola, ainda na concentração. Isso afetou o desfile da escola. SAMBA DO CRIOULO DOIDO O samba da Unidos da Tijuca Uma Odisseia Sobre o Espaço era confuso e boa parte da escola não sabia a letra. PRÊMIO MOLIÈRE Os carros alegóricos da Vila Isabel eram teatro puro.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.