Esquema rendia R$ 2,5 milhões por mês

O grupo, preso em setembro, participava de um esquema de corrupção envolvendo o superfaturamento de despesas do Executivo municipal e fraudes em concorrências públicas. Os crimes rendiam R$ 2,5 milhões por mês ao prefeito Ari Artusi, o vice-prefeito, os 11 vereadores da Câmara de Dourados e 5 secretários municipais. Na ocasião foram presos 30 acusados, incluindo a primeira-dama.

, O Estado de S.Paulo

28 Novembro 2010 | 00h00

O prefeito é o principal indiciado por formação de quadrilha, corrupção e direcionamento de licitações públicas. Os acusados estão diretamente envolvidos nas propinas pagas por construtoras, prestadores de serviços e fornecedores, favorecidos em concorrências públicas fraudulentas.

O setor mais prejudicado é do da saúde pública, conforme as acusações. Cada vereador e secretário municipal recebia em torno de R$ 170 mil por mês com as fraudes e o prefeito, R$ 500 mil. Eles também são acusados pelas indicações e nomeações de funcionários fantasmas.

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