Estados têm 30 dias para pleitear verba do Pronasci

Representantes de governos estaduais e municipais se reúnem no Ministério da Justiça para discutir o programa

Da Redação,

01 Abril 2008 | 16h16

Os doze estados e os 81 municípios contemplados pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) têm 30 dias, a partir de segunda-feira, 31, para decidir quais projetos querem implantar para pleitear verba do governo federal. Representantes dos governos estaduais e municipais se reúnem no Ministério da Justiça, em Brasília, até esta quarta-feira, 2, para discutir o assunto. Neste período, eles vão ser orientados sobre a formalização de convênios, disponibilização de recursos e contrapartida, além da execução de projetos e a prestação de contas.   Segundo a assessoria do Ministério da Justiça, o programa tem como meta melhorar as condições de vida dos policiais civis, militares e federais, usando recursos da Caixa Econômica Federal para financiar a construção de 30 mil casas e 27 mil cursos de especialização para cerca de 57 mil policiais.   O gerente de Relações Institucionais da Secretaria de Segurança Urbana de Belo Horizonte, Flávio Furst, acredita que o Pronasci será importante na diminuição da criminalidade na capital mineira. "O Programa contribuirá para retirar os jovens do mundo do crime, atuando no combate às causas da violência", afirmou.   Segundo ele, a cidade tem interesse em projetos como o Mulheres da Paz , o Proteção de Jovens em Território de Descoesão Social (Protejo) e as ações de capacitação da guarda municipal.   O secretário de Administração de Luziânia, em Goiás, Liosório Meireles, antecipou que o município do entorno do Distrito Federal vai pleitear os projetos na área de capacitação e qualificação de policiais, construção de presídio feminino, centro de reabilitação para agressores de mulheres, implantação de conselhos comunitários e modernização das polícias e do Corpo de Bombeiros.   "O Pronasci ajudará não apenas Luziânia, mas toda a região do entorno do Distrito Federal. Acreditamos que o desenvolvimento de ações sociais é vital no combate à violência", afirmou.

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