Estudante é torturada estuprada e morta no Rio

Um ato de heroísmo acabou em tragédia para a estudante Andresa Farias da Cruz, que faria 17 anos na próxima semana. Morta a tiros por traficantes, ela foi enterrada ontem no Cemitério do Irajá, zona norte do Rio. Cerca de dez bandidos do Morro Cosme e Damião, em Jardim Novo (zona oeste) invadiram a casa da estudante na noite de quarta-feira à procura do seu irmão, apelidado de Patotinha, que estaria envolvido com o tráfico de drogas. Sem encontrar o rapaz, os traficantes tentaram levar o sobrinho de Andresa, de 3 anos. A jovem não permitiu. Foi retirada de casa, em Realengo, na zona oeste, torturada, estuprada e morta.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.