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Ex-namorado de miss não crê em ligação com tráfico

Carlos Machado, cirurgião-dentista e ator de TV que foi namorado de Taíza Thomsen durante um ano, não acredita que ela esteja envolvida com o tráfico internacional de mulheres, uma das hipóteses da investigação policial que tenta localizar a ex-miss Brasil sumida há cinco meses. O desaparecimento foi registrado na quinta-feira passada pelo pai dela na Polícia Federal de Joinville, em Santa Catarina. Baseado em sua convivência com Taíza, Machado considera provável que ela tenha decidido sair de cena por um tempo, optando por uma reclusão voluntária. "Acredito que ela está bem e que daqui a pouco vai aparecer numa boa. Se tivesse acontecido algo pior, a gente já saberia, porque notícia ruim circula rapidamente." Machado desmentiu as insinuações de que Taíza teria uma relação conturbada com a mãe e que estaria rompida com a família. "Sempre admirei a boa estrutura afetiva que ela tinha em casa. Posso garantir que é uma família normal e maravilhosa. A mãe era atenta e preocupada com a filha, mas sem exageros que pudessem levar a algum atrito." NamoroO namoro começou quando Taíza ainda tinha o título de Miss Brasil 2002. Ela passou a morar no Rio de Janeiro, onde ele já residia. Através do namorado, Taíza se aproximou de uma igreja evangélica, que Machado prefere não denominar. "Eu não gosto dessas denominações. Para mim, igreja é uma só, Jesus é um só, o homem é que separa. Creio em Jesus e na Bíblia, o nome da igreja não tem importância".Pouco depois, a ex-Miss se tornou crente. "Ela conheceu a Palavra e se batizou nas águas. Pelo que sei, ela continuou fiel mesmo depois que terminamos".

Agencia Estado,

30 de janeiro de 2007 | 14h14

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