Exame não acha formol em mulher que morreu em Goiás

Laudo do Instituto de Criminalística (IC), de Goiás, garante que não há traços de formol no sangue, urina, vísceras e couro cabeludo e numa fronha da dona-de-casa Maria Eni da Silva, 31 anos, que morreu em março após aplicar um alisante (escova progressiva) nos cabelos, num salão de cabeleireiros em Porangatu, a 426 quilômetros de Goiânia. "Não tinha formol", disse a delegada Cinthia Chrystiane Alves Costa, que investiga o caso. Agora, para decifrar o mistério da morte da dona-de-casa, a polícia iniciou outras investigações. Na quarta-feira, ouvirá os médicos que atenderam Mari Eni momentos antes de sua morte. Depois, ouvirá uma testemunha-chave: dois dias após aplicar o alisante, Maria Eni da Silva foi a outro salão, para retirar o alisante, em Porangatu. Com os dois depoimentos, a delegada espera estabelecer a relação de responsabilidade ao descobrir onde, afinal, ocorreu o alisamento com o formol. "O outro problema é que o corpo da dona-de-casa foi formolizado após sua morte", explicou a polícia.

Agencia Estado,

17 Abril 2007 | 18h40

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