Exumado corpo de preso morto no Rio

O Ministério Público Federal pediu aexumação do corpo do auxiliar de cozinha Antônio Gonçalves deAbreu, de 34 anos, que morreu com traumatismo craniano, noHospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro, no último dia 8,depois de passar a noite na carceragem da Polícia Federal, sob aacusação de ter matado um agente. No documento encaminhado à 2ªVara Criminal da Justiça Federal, justifica-se o pedido com aalegação de que "o laudo do exame cadavérico é incompleto". O Grupo Tortura Nunca Mais também entrou no caso,pedindo a substituição do delegado da PF Lorenzo MartinsPompílio da Hora no inquérito, que apura a morte de Abreu, poroutro que trabalhe fora do Rio, para garantir a transparênciadas investigações. Mas o superintendente da PF, Marcelo Itabiga,ressaltou que o trabalho vem sendo acompanhado por procuradorese representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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