FAB divulga nota sobre atrasos nos vôos em aeroportos

A Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou, na noite deste sábado, 28, uma nota oficial sobre os atrasos dos vôos ocorridos em quatro aeroportos do País - Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Na nota, a FAB informa que aviões comerciais de grande porte terão preferência de pousos e decolagens e diz que transferiu controladores de vôo para Brasília, para substituir os que estão afastados desde o acidente da Gol. Segue a íntegra da nota:Nesta sexta-feira, 27, problemas originados pelo aumento no fluxo de tráfego e condições meteorológicas adversas geraram a necessidade de retenção de algumas aeronaves no solo, a fim de garantir o correto ordenamento do tráfego aéreo em todo o País, principalmente em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.O Comando da Aeronáutica e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reuniram-se para dar seqüência às correções dos problemas surgidos nos últimos dias e apresentaram as seguintes soluções de caráter imediato:1) Serão priorizados os pousos e decolagens realizados pela aviação comercial, cuja prestação de serviço atende a maior parte dos usuários da aviação civil no país;2) Enquanto forem adotados tais critérios de priorização, os táxis aéreos e jatos executivos somente poderão pousar e decolar em momentos em que a concentração do fluxo aéreo esteja controlada;3) O Comando da Aeronáutica efetuou o remanejamento do contingente necessário de especialistas em tráfego aéreo para Brasília, a fim de substituir os profissionais que foram afastados temporariamente de suas funções, de acordo com o estabelecido pela legislação da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) durante a investigação de acidente aeronáutico.As ações em curso ainda prevêem o aumento substancial do número de controladores de tráfego aéreo e de outros especialistas do setor, a fim de resolver o problema apresentado e acompanhar o acréscimo do fluxo de tráfego aéreo verificado no País que sinaliza para uma taxa anual de crescimento em torno de 15% nos próximos anos.

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