Werther Santana/AE
Werther Santana/AE

FAB diz que nuvem de vulcão chileno não deve avançar pelo País

Nuvem vulcânica está gerando problemas para aviação desde o início da semana passada

Marcela Gonsalves, estadão.com.br

13 de junho de 2011 | 14h58

SÃO PAULO - A nuvem de cinza do vulcão chileno, que voltou a atingir nesta segunda-feira, 13, a Argentina, o Uruguai e uma parte do município brasileiro de Chuí, no extremo sul, deve ficar restrita à região.

 

A informação foi repassada pela Força Aérea Brasileira com base em boletim emitido pelo Volcanic Ash Advisory Centres da Argentina, instituto responsável pelo monitoramento da situação no Cone Sul. Se mantidas as atuais condições atmosféricas, a nuvem não deve avançar sobre o espaço aéreo brasileiro.

 

A nuvem vulcânica está gerando problemas para a aviação desde o início da semana passada. Desde então, vários voos internacionais foram cancelados, além de voos para Porto Alegre a Foz do Iguaçu.

 

Nesta segunda-feira, a Infraero registrou 24 cancelamentos de voos internacionais em todos os aeroportos do país, segundo boletim divulgado às 14h. Boa parte deles pode ter sido afetada pela atividade do vulcão.

 

No aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, foram registrados 11 cancelamentos de voos para Buenos Aires, entre 6h e 15h, e quatro para Montevidéu. Em relação às chegadas, foram cancelados sete voos de Buenos Aires e um de Montevidéu.

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