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Faltam especialistas

No dia 26 de agosto, por volta das 22 horas, procurei um ortopedista na Assistência Médica Ambulatorial (AMA) do Hospital Municipal Professor Waldomiro de Paula, em Itaquera. Minha mãe sofrera uma queda e, ao apoiar-se, machucou a mão, tendo um inchaço instantâneo. Mas o hospital não tinha ortopedista de plantão e ainda ouvi do funcionário que não são atendidos casos de quedas ocorridos no mesmo dia. Fomos então ao Hospital-Geral de Guaianases (do Estado, aliás) e encontramos a mesma situação, também não havia ortopedista de plantão. Passavam das 23 horas e, diante da situação, fui obrigado a parar numa farmácia para comprar faixa e esparadrapo para tentar fazer um curativo e buscar atendimento no dia seguinte. Um verdadeiro absurdo. O que será que Prefeitura e o Estado falam desta situação? Gostaria muito de receber uma resposta convincente, após análise desse caso pelo prefeito, governador e seus secretários. Até quando faltarão médicos especialistas nos hospitais públicos?

, O Estadao de S.Paulo

10 de setembro de 2009 | 00h00

RODRIGO OLIVEIRA SANTOS

São Paulo

A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde esclarece que o Hospital Geral de Guainases estava com seu quadro de médicos completo no dia em que o paciente passou pela unidade. No plantão noturno, o Pronto-Socorro conta com um especialista de ortopedia, que muitas vezes está atendendo uma ocorrência de urgência, o que atrasa o atendimento de casos mais simples. A Secretaria lamenta o ocorrido e se coloca à disposição para demais esclarecimentos.

A Secretaria Municipal da Saúde não respondeu.

Lixo sem solução

Ao lado de minha casa, na Rua Baobab, no Jardim das Camélias, há um terreno baldio que está cheio de entulho. Há móveis, colchões e até um vaso sanitário. No local, que está com o mato alto, proliferam insetos e ratos, pois, além do lixo, há animais mortos. Fiz várias queixas na Prefeitura, mas o prazo dado, nos inúmeros protocolos que recebi, expirou sem que fosse tomada alguma providência. Reclamei na Ouvidoria, que enviou uma carta-resposta dizendo que o caso fora encerrado. Contudo, os ratos continuam invadindo minha casa e já perdi móveis e eletrodomésticos por causa deles. Tenho de deixar a casa fechada e, dessa maneira, não há ventilação no local. Temo pela saúde de minha família.

ROSANA V. G. NOGUEIRA

São Paulo

A Secretaria da Coordenação das Subprefeituras não respondeu.

A leitora comenta: Recebi respostas por e-mail e uma carta da Prefeitura. Em síntese, dizem o mesmo: que a queixa foi enviada para um determinado departamento e pede para aguardar a resposta. Esse departamento envia a queixa para outro e continuo sem solução.

Só corrida longa

Solicito que o Departamento de Transportes Públicos (DTP) fiscalize os motoristas do ponto de táxi da esquina da Rua do Arouche com a Praça da República, pois eles se recusam a transportar passageiros que irão fazer corridas curtas. No dia 23 de agosto, às 11h45, presenciei uma cena lamentável. Seis motoristas recusaram-se a transportar duas turistas com três crianças. Consegui outro táxi para elas e, ao questionar o motorista sobre por que seus colegas agiam daquela forma, a resposta foi que eles ficam aguardando corridas para o Aeroporto de Guarulhos. Parece que esses motoristas se esqueceram de que o ponto de táxi e a licença da profissão são concessões! Eles também não respeitam a Lei Cidade Limpa e colocam cartazes gigantes sobre a calçada para anunciar o serviço de transporte até o Aeroporto de Guarulhos para concorrer com o serviço de ônibus Airport Bus, que cobra uma tarifa fixa, diferente deles, que cobram a corrida de acordo com a "cara do freguês".

ADVALDO ALVES DA SILVA

São Paulo

A Coordenadoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Transportes informa que o DTP programou fiscalizar o local, inclusive nos finais de semana, para garantir que o serviço seja prestado à população na conformidade das regras vigentes. Informa que o coordenador do ponto foi intimado a comparecer ao DTP para prestar esclarecimentos quanto às denúncias de que estariam deixando de atender passageiros, selecionando viagens e praticando tarifas fixas, o que não é permitido pela lei. Caso constatadas as irregularidades, os permissionários podem ser multados e suspensos da prestação do serviço entre 10 a 20 dias e, em caso de reincidência, as sanções dobram. Se as irregularidades persistirem, os taxistas podem ser excluídos do ponto citado e as vagas serão sorteadas para outros profissionais.

As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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