Família de 2° brasileiro no corredor da morte leva laudo à Indonésia

Prima vai apresentar às autoridades laudo que atesta que o paranaense sofre de esquizofrenia, o que poderia adiar execução

O Estado de S. Paulo

18 Janeiro 2015 | 15h22

SÃO PAULO - A família do segundo brasileiro condenado à morte por tráfico de drogas na Indonésia, Rodrigo Muxfeldt Gularte, de 41 anos, busca livrá-lo da pena com uma laudo médico.

Como revelou o jornal Gazeta do Povo, do Paraná, uma prima de Gularte foi ao país asiático para levar às autoridades um laudo que atesta que o paranaense sofre de esquizofrenia e que, por isso, precisaria ser internado em um hospital psiquiátrico.

A medida pode evitar a execução, ao menos em curto prazo. O Itamaraty informou que presta assessoria jurídica e que buscou colaborar para que a família levasse o laudo à Indonésia. O Ministério das Relações Exteriores não confirmou, no entanto, se a prima de Gularte já havia chegado ao país neste domingo, 18.

O paranaense foi preso no Aeroporto de Jacarta em julho de 2004 com 12 pacotes de cocaína escondidos nas suas pranchas de surfe. Ele passou por todas as instâncias da lei indonésia e tem como último recurso o perdão do presidente Joko Widodo. O dia da execução ainda não foi marcado.

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