Família de Sean pediu ajuda ao governo americano para vê-lo, diz advogado

'Pedido é baseado nos princípios da Convenção de Haia', afirma; secretaria não confirma

Julia Baptista, da Central de Notícias

24 de maio de 2010 | 20h57

SÃO PAULO - O advogado Carlos Nicodemos afirmou que o Brasil encaminhou nesta segunda-feira, 24, a autoridades americanas pedido de intervenção para que o pai de Sean Goldman, David Goldman, permita que a família materna possa manter contato com o menino, que completa dez anos nesta terça. A Secretaria Especial de Direitos Humanos, onde teria sido feito o requerimento, não confirma a informação.

 

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"O pedido é baseado nos princípios da Convenção de Haia", disse Nicodemos. O pai de Sean nega o direito de acesso ao menino para os avós maternos, o que, segundo o advogado, fere a Convenção. A resposta do governo americano deve sair em 30 dias.

 

Na véspera do Natal de 2009, Goldman conseguiu embarcar com Sean para os EUA. Silvana Bianchi, avó de Sean, reclama que não consegue falar com o menino desde o início de março.

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