Família não sabe quando enterrará brasileira morta em Portugal

Rosane de Freitas foi morta pelo namorado, Carlos Costa, com quem morava havia três meses em Tochas

Chico Siqueira, O Estado de S. Paulo

01 de maio de 2008 | 17h37

A família da brasileira Rosane Aparecida de Freitas, 27 anos, que foi assassinada em Portugal na madrugada da última terça-feira, 29, não sabia nesta quinta-feira, 1, quando conseguiria trazer o corpo dela para ser enterrado no Brasil.  A moça foi morta pelo namorado, Carlos Costa, 60 anos, com quem morava havia três meses na cidade de Tochas, a 200 km de Lisboa. Costa usou uma pá para golpear e matar Rosane, possivelmente por ciúmes. Depois do crime, ele se entregou e foi preso. Rosane deixara o Brasil havia 10 meses para ganhar a vida em Portugal, a exemplo do irmão que mora lá há sete anos. Ela deixou uma filha de 2 anos morando com a avó, na cidade de Ilha Solteira, interior de SP.  Nesta quinta-feira, a mãe de Rosane, Maria Aparecida, não quis falar com a imprensa, mas amigos disseram que a família esperava a liberação do corpo, que passava por exames de necropsia, para tentar trazê-lo ao País.

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