Família não tem recursos para trazer brasileira morta nos EUA

Familiares da mineira Marli Néris de Souza, de 28 anos, que foi morta a facadas nesta quinta-feira, em Nova York, disseram que não possuem dinheiro para cobrir os custos do translado do corpo para o Brasil. De acordo com Flávia Martins, que foi designada para falar pela família de Marli, a companhia aérea está cobrando US$ 12 mil para trazer o corpo. Os familiares da mineira solicitaram ajuda ao Ministério das Relações Exteriores, em Brasília. ?Eles não têm recursos e nem de onde tirar esse dinheiro?, disse Flávia. A mãe de Marli, Maria Néris, de 60 anos, que mora no bairroLuxemburgo, na zona Sul de Belo Horizonte, disse que conversou com ela na noite do último domingo. Segundo Maria Néris, a filha disse que estava tudo bem e que viria ao Brasil para passar o seu aniversário com a família, no mês de novembro. Ela esteve em Belo Horizonte pela últimavez em agosto do ano passado para o aniversário da mãe. Segundo familiares, Marli vivia há 12 anos nos Estados Unidos. Ela chegou a ser casada com um americano. Ultimamente morava com uma amiga brasileira, que também teria sido esfaqueada.Flávia Martins contestou a informação de que Marli trabalhava como dançarina em uma boate de Nova York. Segundo ela, Marli trabalhou na limpeza dos destroços das torres gêmeas do World Trade Center e este teria sido o seu último emprego na cidade americana. De acordo com Flávia os parentes de Marli não suspeitam do que poderia ter motivado o crime. ?Ela era uma pessoa alegre, muito querida. Não tinha inimigos?.

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