Febem diz que não compactua com violência

A assessoria da Febem distribuiu, na tarde desta terça-feira, uma nota sobre a decisão da juíza Leila Lacaz, da 18 ª Vara Criminal de São Paulo, que decretou a prisão preventiva de 14 funcionários e ex-funcionários da instituição, da unidade de Paralheiros, na zona sul da capital paulista. Segundo a nota, a Febem diz "que a decisão judicial deve ser cumprida", ressaltando que "não compactua com qualquer prática de violência em suas unidades e age, sempre que necessário, de forma rápida para apurar e punir qualquer abuso cometido por funcionários".Segundo o comunicado, "desde a época das denúncias apresentadas pela Promotoria a Febem demitiu 72 servidores da unidade de Parelheiros". De acordo com a entidade, "dos servidores denunciados pela Promotoria, apenas cinco continuaram vinculados à Fundação, já que está em andamento um processo de sindicância interna para apurar se houve ou não envolvimento deles no caso relatado". A nota diz que "se for comprovada a inadequação funcional, eles serão responsabilizados, conforme determina a legislação".A Febem lembra ainda que sempre "entendeu que a unidade de Parelheiros, que teve de ser utilizada de forma emergencial, não era adequada e por isso fechou definitivamente o local no dia 4 de julho deste ano".

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.