Fechamento de Congonhas atrasa vôos em Curitiba e Brasília

A situação era complicada por volta das 10 horas desta terça-feira no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. Apesar da pista principal ter sido reaberta, 20 vôos, entre decolagens e aterrissagens, estavam atrasados. Alguns tinham espera de mais de três horas. Outras sete chegadas tiveram seus pousos transferidos para o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica. Por conta da chuva que atingiu a capital, a pista ficou fechada por quase uma hora, das 7h12 às 8h04. Apesar dos atrasos, nenhum vôo tinha sido cancelado, segundo a Infraero, e as filas de check-in levavam em média 30 minutos. Os problemas em Congonhas refletiam em Curitiba e Brasília. Em Congonhas, onze partidas estavam fora do horário previsto. Os vôos tinham como destino Belo Horizonte, Navegantes, Salvador, Vitória, Curitiba, Cuiabá e Presidente Prudente, no interior de São Paulo. As chegadas atrasadas eram provenientes de Joinville, Porto Seguro, Belém, Rio de Janeiro - com três vôos -, João Pessoa, Goiânia e Florianópolis. No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, não havia registro de atrasos nas partidas de vôos domésticos. Nas decolagens internacionais, o vôo 96, para Santiago, que estava marcado para 8h50, foi confirmado para 9h25. Nas aterrissagens nacionais, o vôo 1997, da Gol, vindo de Belém, que deveria pousar às 9 horas, foi remarcado para às 10 horas. Os problemas aconteciam também no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba. Todos os vôos que sairiam de Congonhas estavam com atrasos superiores a uma hora. O vôo 3003, da TAM, procedente de Congonhas, foi cancelado. No Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, um vôo da Varig, vindo de São Paulo, cujo pouso estava previsto para 8h30, só deveria aterrissar às 10 horas. Já a decolagem do vôo 2623, da Varig, para São Paulo, programada anteriormente para 9 horas, passou para 10h20. Clodovil O deputado federal Clodovil Hernandes (PTC-SP) chegou um pouco mais cedo em Congonhas para evitar atrasos no vôo para Brasília. Ele afirmou que a proibição de vôos Fokker 100 e Boeings no Aeroporto de Congonhas ocorre pelo fato do Brasil ser o país do Carnaval. O parlamentar declarou, ainda, que alguém deve estar levando vantagem com essa situação e que, mais uma vez, o povo é quem vai sofrer.

Agencia Estado,

06 Fevereiro 2007 | 10h56

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