Filho de Ubiratan quer júri popular para Carla

O publicitário Diogo Guimarães, de 32 anos, um dos três filhos do coronel Ubiratan Guimarães, mostrou-se aliviado com a possibilidade de a advogada Carla Cepollina ser levada a júri popular pela morte de seu pai. "Tinha ficado chocado com o parecer do 1º Tribunal do Júri (que tinha livrado Carla do júri popular)." Ela foi apontada pelo Ministério Público e a polícia como autora do tiro que o matou, em 9 de setembro de 2006. Carla era namorada de Ubiratan.Até outubro, o Tribunal de Justiça deve julgar recursos do Ministério Público e da acusação que pedem a reforma da decisão do presidente do 1º Tribunal do Júri, Alberto Anderson Filho. "Ele (Anderson Filho) ignorou um processo com mais de 1.200 páginas. Tenho fé que revejam essa situação", disse Diogo, por telefone, ao Jornal da Tarde.Diogo afirmou que, desde a morte do pai, não teve mais contato com Carla. "Não quero cultivar ódio, quero apenas que a justiça seja feita." Ele diz que o momento mais difícil de sua vida foi quando apagou o nome do pai da agenda do celular. "Ele era muito presente na minha vida e dos meus irmãos."

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