GABRIELA BILO/ ESTADAO
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Fim do horário de verão: Relógios precisam ser atrasados em três regiões do País

Metrô vai estender operação neste fim de semana; mudança leva a insatisfação de alguns e comemoração de outros

Marco Antônio Carvalho, O Estado de S. Paulo

19 Fevereiro 2017 | 09h25

Terminou à 0h deste domingo, 19, o horário brasileiro de verão. Com isso, os relógios dos Estados nas Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul precisam ser atrasados uma hora.

Em vigor desde 15 de outubro de 2016, a mudança tem como objetivo principal a redução no consumo de energia elétrica no horário de pico, entre 18 e 21 horas. A economia com a alteração ainda não foi divulgada pelo governo. A expectativa do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) é de que o valor fique próximo de R$ 147,5 milhões.

A mudança de horário é adotada no País desde 1931. “O verão é o período que naturalmente demora a anoitecer, o dia é maior. Ou seja, com o horário de verão é possível aproveitar a luz natural para um melhor aproveitamento da energia”, informou em nota à imprensa o secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Fábio Alves.

Em São Paulo, o Metrô a estendendeu a operação para se adequar ao novo horário. A companhia informou que os passageiros embarcaram até a 1h do horário novo (2h do horário antigo) nas Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 4-Amarela. Nas Linhas 5-Lilás e 15-Prata, as estações permaneceram abertas até a meia-noite do novo horário.

O fim do horário diferenciado dos últimos cinco meses leva a insatisfações de alguns e comemoração de outros. Para o auxiliar de manutenção Paulo Cristiano, de 25 anos, atrasar o relógio será motivo de tristeza. “Adoro porque me permitia sair do serviço e ainda ver o sol. Passa a impressão de que o dia rende mais”, disse. “Agora, volta o martírio”, brincou. 

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