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Fiscal atrapalhou negócios e recebeu ameaças de morte

João Fernandes Coelho da Silva, então diretor de Fiscalização da prefeitura de Jaú, contou aos promotores que foi ameaçado e teve de deixar o cargo porque tentou enfrentar a máfia dos caça-níqueis. Silva disse que em dezembro de 2006 "foi chamado pelo delegado seccional (Antônio Carlos Piccino Filho) para uma conversa em seu gabinete". De acordo com a promotoria, ele "imaginou que o encontro serviria para discutir o combate aos caça-níqueis". É que cabia à prefeitura cassar os alvarás dos bares com máquinas. "Contudo, nessa reunião, Piccino reclamou de sua ação no combate aos caça-níqueis e disse: ?Você vai estragar o Natal do pessoal? Quer estragar o nosso fim de ano?? Piccino também falou que teria muita gente ganhando com as máquinas. Por fim, deu a entender que ele (o fiscal) estava entrando em uma área que não deveria." Silva passou a receber ameaças de morte pelo telefone, além de terem sido efetuados disparos na frente de sua casa. Ele pediu demissão do cargo, mas o prefeito pediu que ficasse e o nomeou administrador do cemitério.

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