Fiscalização em presídios será intensificada

O governo do Estado de São Paulo prometeu intensificar a fiscalização nos presídios do Estado, principalmente tendo como objetivo interromper os esquemas de comunicação entre os presos da facção de gangues denominada como Primeiro Comando da Capital (PCC). ?Estamos adquirindo 50 detectores de metais e aumentando o rigor nas revistas para impedir a entrada de celulares?, disse Nagashi Furukawa, secretário estadual de Administração Penitenciária.Na avaliação de Furukawa, o acesso dos presos do Carandiru às armas e às granadas das Forças Armadas brasileira, só foram possíveis por falhas nas revistas de familiares ou por corrupção dos funcionários do Complexo Penitenciário. ?Mas por enquanto não temos qualquer prova do envolvimento de funcionários no acesso ao armamento?, afirmou.Petrelluzzi avaliou que não apenas o acesso a telefones celulares foi o responsável pelo grau de organização entre os presos. ?Há um tipo de comunicação, que é feito por rádio e televisão que não há como o Estado controlar. Um presídio fica sabendo que o outro está rebelado e acaba fazendo o mesmo em solidariedade. Prova disso, é que as rebeliões começaram em sete presídios e, após a divulgação pela imprensa, outros dez entraram no mesmo estado de rebelião?.

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