Fluência no idioma leva jovem ao Japão

Guilherme disputou vaga com 1,5 mil alunos

Maria Rehder, SÃO PAULO, O Estadao de S.Paulo

30 de abril de 2008 | 00h00

O paulistano Guilherme Henrique Fidelis, de 17 anos, não é descendente de japoneses, mas, pela fluência no idioma nipônico, foi escolhido entre 1,5 mil alunos de ensino médio da rede pública para participar, em julho, de intercâmbio cultural de 15 dias no Japão. A iniciativa faz parte de um programa da Fundação Japão - entidade ligada ao Ministério das Relações Exteriores do Japão -, que abriu vaga de intercâmbio para alunos de escolas públicas do Paraná e São Paulo: Estados que oferecem cursos de japonês optativos para alunos do ensino médio. Os alunos tiveram de fazer prova escrita. Na etapa final, Guilherme disputou a vaga com um estudante paranaense. "Fui entrevistado por um representante da Fundação Japão que só falava japonês. Além do idioma, acredito que as boas notas na escola e já ter sido professor voluntário de japonês contaram pontos", diz. Guilherme começou a estudar japonês em 2005. "Gostei tanto que pretendo prestar vestibular para Letras."

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