Força Nacional enviará 225 homens à Região Serrana do Rio

Corpo de Bombeiros e governo estadual também deslocou mais cerca de 400 pessoas para ajudar vítimas

Vannildo Mendes e Pedro Dantas, O Estado de S.Paulo

13 de janeiro de 2011 | 11h42

BRASÍLIA e RIO - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, vai se encontrar dentro com a presidente Dilma Rousseff, na base aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, para definir a ajuda emergencial da Pasta no resgate de vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro. O Ministério informou, pela assessoria, que, a pedido do governador do Estado, Sérgio Cabral, 225 homens da Força Nacional de Segurança Pública embarcam ainda nesta quinta-feira, 13, para auxiliar no socorro às vítimas.

 

A tropa é formada por 80 bombeiros e 130 policiais militares, além de 15 peritos que auxiliarão as autoridades fluminenses na identificação dos corpos. O efetivo se será dividido em dois grupos. O primeiro embarca na Base Aérea da Polícia Federal de Brasília com destino ao Rio ao meio-dia. O segundo pelotão embarca às 13h30. A secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, acompanhará os policiais na viagem.

 

O grupo será recebido também às 15h na Base Aérea pelo ministro José Eduardo Cardozo. As chuvas que caem há dias na região serrana do Rio de Janeiro já causaram centenas de mortes e deixaram milhares de pessoas desabrigadas.

 

Deslocamento. A Secretaria do Estado do Rio também deslocou 180 pessoas de suas equipes para ajudar às vítimas nas cidades de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo. Além de ajudar na distribuição de alimentos e donativos para os desabrigados e no resgate de vítimas, eles vão auxiliar as famílias afetadas pelas chuvas. Todos já se apresentaram às prefeituras das cidades.

 

O Corpo de Bombeiros também enviou mais 250 agentes para a Região Serrana nesta quinta para auxiliar no resgate de vítimas. Com isso, já chega a quase 700 o número de bombeiros que atuam nas cidades castigadas pelas chuvas. Devido ao emprego de basicamente todo o efetivo dos quartéis, as unidades não têm condições, segundo o coronel José Paulo Miranda, de receber doações para os desabrigados.

 

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