Wilton Júnior/Estadão
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Força tem efetivo limitado, mas sempre atende urgências, diz ministério

A pasta voltou a destacar que trabalha para, ainda neste ano, ampliar o efetivo para 7 mil homens, como parte dos objetivos para o Plano Nacional de Segurança

Marco Antônio Carvalho, O Estado de S.Paulo

04 Maio 2017 | 03h00

SÃO PAULO - O Ministério da Justiça admitiu que é limitado o efetivo em atuação na Força Nacional de Segurança, hoje composta por cerca de mil homens cedidos pelos órgãos de segurança pública estaduais. Mas ressaltou que, “sempre que se entendeu haver urgência”, o pedido foi atendido, “seguindo a dinâmica da situação apontada e critérios de necessidade, capacidade e eficiência de emprego de equipes”.

A pasta voltou a destacar que trabalha para, ainda neste ano, ampliar o efetivo para sete mil homens, como parte dos objetivos para implementação do Plano Nacional de Segurança, que começou a funcionar em três capitais (Natal, Porto Alegre e Aracaju) e deve chegar a todas as capitais em 2017. 

Sobre as negativas aos Estados afetados pelos massacres nas penitenciárias, o ministério informou que a Força de Intervenção Penitenciária, composta por agentes penitenciários federais, foi criada em janeiro deste ano e atuou na solução da chacina e rebelião na Penitenciária de Alcaçuz, na Grande Natal. 

“Quando ocorreram a rebelião e chacina em Manaus e Roraima, tal força de intervenção penitenciária não estava constituída. A Força Nacional, no entanto, foi acionada e realizou nas duas cidades as tarefas que lhe são concernentes, de apoio no policiamento na cidade e no entorno dos presídios; fez barreiras de contenção, ajudou no traslado e condução de presos, entre outras ações”, declarou.

A pasta, por fim, disse esperar que, com o Plano Nacional, sejam criadas as condições preventivas capazes de diminuir as situações de emergência. “Esse trabalho, porém, logicamente, não impedirá seu uso (da Força) em eventuais situações de emergência.”

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