Fórmula privilegia partidos com pouca expressão

Apesar de sua escassa representação política, os seis partidos "nanicos" que lançaram candidatos na eleição presidencial de 2010 abocanharam quase um quarto do horário destinado à propaganda eleitoral.

, O Estado de S.Paulo

28 Novembro 2010 | 00h00

Isso voltará a acontecer no futuro. Ao definir que um terço da propaganda seja dividido entre todos os partidos com candidatos, independentemente de seu tamanho, a legislação privilegia as pequenas legendas.

Dos seis presidenciáveis nanicos que concorreram este ano, cinco eram de partidos que nem sequer tinham representantes na Câmara dos Deputados - PCB, PCO, PSDC, PRTB e PSTU. O sexto micropartido que concorreu à Presidência foi o PSOL, cuja bancada é de três deputados (0,6% do total de parlamentares).

Apesar de contar com cerca de 25% do tempo destinado aos candidatos, os nanicos obtiveram, somados, aproximadamente 0,15% do total de votos no primeiro turno.

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