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Freitas terá de voltar à CPI da Dívida Pública

O depoimento do ex-secretário das Finanças José Antonio de Freitas não convenceu os membros da CPI da Dívida Pública, na Câmara. Freitas, que respondeu aos vereadores por mais de quatro horas, vai ser ouvido de novo daqui a duas semanas. "Vamos ver se ele nos fornece detalhes sobre os assuntos que estamos analisando", disse a presidente da CPI, Anna Martins (PC do B). Para os parlamentares, Freitas, secretário de Paulo Maluf (PPB) e Celso Pitta (PTN), não esclareceu questões como empréstimos feitos pela Prefeitura e a emissão de títulos para pagar precatórios. "Ele negou irregularidades em fatos comprovados", afirmou o relator, Milton Leite (PMDB). Um deles foi o empréstimo de R$ 120 milhões no Instituto de Previdência Municipal (Iprem). A CPI também marcou o depoimento do ex-secretário de Vias Públicas e Serviços e Obras Reynaldo de Barros, que deverá ser ouvido no dia 25.A CPI do Tribunal de Contas do Município (TCM) estuda a quebra do sigilo bancário da Associação dos Sevidores do Tribunal. A comissão suspeita da contratação de escritórios de advocacia. "Por que eles não utilizaram os procuradores do TCM para defendê-los?", indagou Vicente Cândido (PT). A assessoria do TCM informou que os procuradores não poderiam responder pela associação, pois eram parte interessada no processo.

Agencia Estado,

04 de junho de 2001 | 22h44

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